sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Maria Bonomi - Camila S. Monteiro, nº05, 7D
Sua infância é marcada pela II Guerra Mundial e sua casa foi ocupada pelo exército alemão e usada como centro de operações do exército. Seu pai, partiu para a guerra. E sua mãe, cansada, decidiu vir para o Brasil. Ela e sua família se hospedaram na casa da avó no Rio de Janeiro, e depois, sua família seguiu para São Paulo, deixando ela no Morro da Viúva com a avó. Em 1947 sua avó faleceu, e Maria foi levada para São Paulo e passou a estudar no Colégio das Cônegas de Santo Agostinho. Maria, como gosta de dizer, sempre teve obsseção por desenho. Até mesmo por um problema de surdez que a acompanhava quando criança. Assim, por força de sua obsessão, a futura artista, com apenas doze anos, recebe o prêmio de desenho em concurso do Colégio.
Por causa de uma amiga da família, Maria, decide levar a adolecência até o ateliê de Lasar Segall, que aceita a futura artista. Maria sempre frequentava importantes círculos culturais, como a Bienal Internacional de Artes. Em 1952, ela continua a desenhar e já dá início ao uso do gouache, do lavis e do óleo. Nesse mesmo ano, Maria Bonomi viaja para a Europa , conhece o artista Enrico Prampolini, com quem trabalha a propósito de uma cenografia. Depois de dois anos ela volta para o Brasil, conhece Lívio Abramo e pede a ele para aceitá-la como aprendiz, o que só acontece, depois de muita insistência. Inicia-se lixando a madeira, afiando instrumental e imprimindo as matrizes de seu mestre em papel arroz; só a´pos esse conhecimento do material próprio á xilogravura começa a travar, todavía, em linóleo. Depois desse aprendizado passa a gravar aem madeira. Em 1962, ela funda seu próprio ateliê experimental para o ensino de gravura em madeira e metal. Nos anos seguintes, Maria prosperou. Teve várias contribuições na arte da xilogravura. Fundou mais atelies, museus, etc.
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011
CORDEL - 7D, grupo 06.
"eu sou o cachorro pulgão, não se meta com a minha menina não"
"eu sou a índia da floresta, defendo todos os animais, do pé a testa"
"eu sou o porco, que todos querem que vire toucinho"
"sou uma menina, distraída, só quer curtir a vida"
"sou um cangaceiro faminto, que logo logo estarei extinto "
Em uma floresta encantada,
Morava uma menina atrapalhada,
Que tinha um cachorro que comia empanada,
Um dia ela combinou com um cangaceiro,
Saiu em um dia de aguaceiro,Com seu cachorro pulgueiro,
Dizendo que ia caça um porco e um índio debaixo de um salgueiro,
Ai meu deus que agonia foi àquela gritaria
Quando o cangaceiro viu o porco
Tirou a peixeira do bolso
- Deixa que eu mato!
- Corre porco pro mato!
- Socorro! Deixa que eu faço!
- Tira o cachorro da frente! Antes que ele mate agente!
- tira o cachorro não, a índia ta de olho no cão!
- Poupe meu porco e lhe darei meu coração.
- Meu coração bate feliz com a solução.
-Podemos comemorar com um grande beijão?
A índia ficou vermelha, mas não vermelho, vermelhão, ela ficou do tom da Giovana, quando o Kike pega na sua mão.
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quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Ariano Vilar-Olivia 7d 26
Ariano Vilar Suassuna (João Pessoa, Paraíba, 16 de junho de 1927) é um dramaturgo, romancista e poeta brasileiro.
Ariano Suassuna, um defensor da cultura do Nordeste, é um dramaturgo brasileiro, autor de Auto da Compadecida e A Pedra do Reino.
Em 1942, ainda adolescente, Ariano Suassuna muda-se para cidade do Recife, no vizinho estado de Pernambuco, onde passou a residir definitivamente. Estudou o antigo ensino ginasial no renomado Colégio Americano Batista, e o antigo colegial (ensino médio), no tradicionalíssimo Ginásio Pernambucano e, posteriormente, no Colégio Oswaldo Cruz. Posteriormente, Ariano Suassuna concluiu seu estudo superior em Direito (1950), na célebre Faculdade de Direito do Recife, e em Filosofia (1964.)
De formação calvinista e posteriormente agnóstico, converteu-se ao catolicismo, o que viria a marcar definitivamente a sua obra.
Ariano Suassuna estreou seus dons literários precocemente no dia 7 de outubro de 1945, quando o seu poema "Noturno" foi publicado em destaque no Jornal do Comercio do Recife.
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