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domingo, 30 de outubro de 2011

Museu da Casa Brasileira : Fotos do Grupo

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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Maria Bonomi - Camila S. Monteiro, nº05, 7D

Maria Bonomi nasceu no ano 1935, em Meina, ás margens do Lago Maggiore. Sua mãe se chamava Geogina Martinelli Bonomi e seu pai se chamava Ambrógio Bonomi.
 Sua infância é marcada pela II Guerra Mundial e sua casa foi ocupada pelo exército alemão e usada como centro de operações do exército. Seu pai, partiu para a guerra. E sua mãe, cansada, decidiu vir para o Brasil. Ela e sua família se hospedaram na casa da avó no Rio de Janeiro, e depois, sua família seguiu para São Paulo, deixando ela no Morro da Viúva com a avó. Em 1947 sua avó faleceu, e Maria foi levada para São Paulo e passou a estudar no Colégio das Cônegas de Santo Agostinho. Maria, como gosta de dizer, sempre teve obsseção por desenho. Até mesmo por um problema de surdez que a acompanhava quando criança. Assim, por  força de sua obsessão, a futura artista, com apenas doze anos, recebe o prêmio de desenho em concurso do Colégio.
Por causa de uma amiga da família, Maria, decide levar a adolecência até o ateliê de Lasar Segall, que aceita a futura artista. Maria sempre frequentava importantes círculos culturais, como a Bienal Internacional de Artes.  Em 1952, ela continua a desenhar e já dá início ao uso do gouache, do lavis e do óleo. Nesse mesmo ano, Maria Bonomi viaja para a Europa , conhece o artista Enrico Prampolini, com quem trabalha a propósito de uma cenografia. Depois de dois anos ela volta para o Brasil, conhece Lívio Abramo e pede a ele para aceitá-la como aprendiz, o que só acontece, depois de muita insistência. Inicia-se lixando a madeira, afiando instrumental e imprimindo as matrizes de seu mestre em papel arroz; só a´pos esse conhecimento do material próprio á xilogravura começa a travar, todavía, em linóleo. Depois desse aprendizado passa a gravar aem madeira. Em 1962, ela funda seu próprio ateliê experimental para o ensino de gravura em madeira e metal. Nos anos seguintes, Maria prosperou. Teve várias contribuições na arte da xilogravura. Fundou mais atelies, museus, etc.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

CORDEL - 7D, grupo 06.

"eu sou o cachorro pulgão, não se meta com a minha menina não"
"eu sou a índia da floresta, defendo todos os animais, do pé a testa"
"eu sou o porco, que todos querem que vire toucinho"
"sou uma menina, distraída, só quer curtir a vida"
"sou um cangaceiro faminto, que logo logo estarei extinto "
Em uma floresta encantada,
Morava uma menina atrapalhada,
Que tinha um cachorro que comia empanada,
Um dia ela combinou com um cangaceiro,
Saiu em um dia de aguaceiro,Com seu cachorro pulgueiro,
Dizendo que ia caça um porco e um índio debaixo de um salgueiro,
Ai meu deus que agonia foi àquela gritaria
Quando o cangaceiro viu o porco
Tirou a peixeira do bolso
- Deixa que eu mato!
- Corre porco pro mato!
- Socorro! Deixa que eu faço!
- Tira o cachorro da frente! Antes que ele mate agente!
- tira o cachorro não, a índia ta de olho no cão!
- Poupe meu porco e lhe darei meu coração.
- Meu coração bate feliz com a solução.
-Podemos comemorar com um grande beijão?

 A índia ficou vermelha, mas não vermelho, vermelhão, ela ficou do tom da Giovana, quando o Kike pega na sua mão.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Ariano Vilar-Olivia 7d 26

Ariano Vilar Suassuna (João Pessoa, Paraíba, 16 de junho de 1927) é um dramaturgo, romancista e poeta brasileiro.
Ariano Suassuna, um defensor da cultura do Nordeste, é um dramaturgo brasileiro, autor de Auto da Compadecida e A Pedra do Reino.
Em 1942, ainda adolescente, Ariano Suassuna muda-se para cidade do Recife, no vizinho estado de Pernambuco, onde passou a residir definitivamente. Estudou o antigo ensino ginasial no renomado Colégio Americano Batista, e o antigo colegial (ensino médio), no tradicionalíssimo Ginásio Pernambucano e, posteriormente, no Colégio Oswaldo Cruz. Posteriormente, Ariano Suassuna concluiu seu estudo superior em Direito (1950), na célebre Faculdade de Direito do Recife, e em Filosofia (1964.)
De formação calvinista e posteriormente agnóstico, converteu-se ao catolicismo, o que viria a marcar definitivamente a sua obra.
Ariano Suassuna estreou seus dons literários precocemente no dia 7 de outubro de 1945, quando o seu poema "Noturno" foi publicado em destaque no Jornal do Comercio do Recife.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ariano_Suassuna

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Histórico e Definição de Modernismo

O Modernismo no Brasil foi um conjunto de movimentos culturais, começou com a Semana de Arte Moderna de 1922, foi um movimento literário e artístico. O objetivo do modernismo era romper o tradicionalismo, a libertação estética, a experimentação constante e, principalmente, a independência cultural do país. Apesar da força do movimento literário modernista , se encontra nas artes plásticas, com destaque para a pintura. O movimento possui como marco simbólico a Semana de Arte Moderna, realizada em 1922, na cidade de São Paulo. O modernismo já se mostrava presente muito antes do movimento de 1922. 
No ano de 1917, a pintora  Anita Malfati, recém-chegada da Europa, provoca uma renovação artística com a exposição de seus quadros. A este período chamamos de Pré-Modernismo.
A Semana de Arte Moderna, tem início do que chamamos de  Primeira Fase do Modernismo, que foi um período com muitos manifestos, foi um movimento e bastante contrário
Em 1930 temos o início do período conhecido como Segunda Fase do Modernismo, foi mais calma do que a primeira fase e que formou grandes romancistas e poetas que é caracterizado pelo domínio de textos de ficção. O término foi em 1945.
E por fim, a Terceira Fase do Modernismo. Voltou-se, na poesia, a buscar as formas estéticas, ao estilo do Parnasianismo. 



Abaporu - Tarsila do Amaral



O farol - Anita Malfatti



Os namorados - Ismael Nery






Fontes: 
http://www.mundovestibular.com.br/articles/618/1/MODERNISMO-NO-BRASIL/Paacutegina1.html
http://www.infoescola.com/literatura/modernismo/
http://bumbameuboi6b.blogspot.com/2009/05/definicao-modernismo-no-brasil.html

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Oswald De Andrade - Giovana n13



          Um dos principais literatos do modernismo no Brasil, José Oswald de Sousa Andrade, mais conhecido como Oswald de Andrade, nasceu em São Paulo no ano de 1890 e viveu até 1954, ano de seu falecimento.
          Inicia seus estudos, em 1900, na Escola Modelo Caetano de Campos, ainda marcado pelo fato de haver presenciado a mudança do século.
          Em 1903, transfere-se para o Colégio São Bento. Lá tem como colega o futuro poeta modernista Guilherme de Almeida.

          Oswald, em 1909 inicia sua vida no jornalismo como redator e crítico teatral do “Diário Popular”, assinando a coluna "Teatro e Salões". Ingressa na Faculdade de Direito.Em 1910, monta um atelier com o pintor Oswaldo Pinheiro, no Vale do Anhangabaú.
          Em 1916 deu inicio ao livro Memórias Sentimentais de João de Miramar. Em 1917 conheceu Mario de Andrade e a partir de então, passaram a trabalhar juntos iniciando movimentos que visavam a Semana de Arte Moderna de 1922, que ocorreu em 1922. 

          Nasce o seu filho, José Oswald Antônio de Andrade (Nonê), com Kamiá, em 1914.
          Em 1917, conhece Mário de Andrade. Defende a pintora Anita Malfatti das críticas violentas feitas por Monteiro Lobato.
          No ano de 1922, o escritor modernista Oswald de Andrade escreveu o romance Trilogia do Exílio. A partir de então, escreveu outras obras: Estrela de Absinto, A Escada Vermelha, Primeiro Caderno do Aluno de Poesia, etc. 
          No ano de 1924, Oswald lançou na Europa o movimento nativista Pau-Brasil. Para dar continuidade a este movimento, ele fundou, em 1927, a Revista de Antropologia com seu Manifesto Antropofágico. 



PRINCIPAIS OBRAS:
RomancesOs Condenados (1922), Memórias Sentimentais de João Miramar (1924), Estrela de Absinto (1927), Serafim Ponte Grande (1933), A Escada Vermelha (1934), Os Condenados(l941) - reunindo os livros de 1922,1927 e 1934, constituindo a Trilogia do Exílio, Marco Zero I - Revolução Melancólica (1943), Marco Zero II - Chão (1946).
PoesiaPau-Brasil (1925), Primeiro Caderno de Poesia do Aluno Oswald de Andrade (1927), Poesias Reunidas (1945).
TeatroO Homem e o Cavalo (1943), Teatro (A Morta, O Rei da Vela), (1937).
EnsaioPonta de Lança (1945?), A Arcádia e a Inconfidência (1945), A Crise da Filosofia Messiânica (1950), A Marcha das Utopias (1966).
MemóriasUm Homem sem Profissão (1954).






"Os Condenados", de 1924



                         Memórias de João Miramar", de 1924, e "Serafim Ponte Grande", de 1933



VICENTE DO REGO MONTEIRO - Beatriz n 02

Vicente do Rego Monteiro nasceu em Recife no ano de 1899, numa família de artistas.
 Em 1911 estava em Paris, fazendo um curso na Academia Julian.

Em 1913 participou do Salão dos Independentes. De volta ao Brasil em 1917realizou, em Recife, sua primeira mostra individual; em 1920 e 1921, apresentou-se no Rio de Janeiro, em São Paulo e Recife.

Na semana de arte moderna Vicente do Rego Monteiro expôs dez obras. Nos anos 20, era um dos pintores estrangeiros mais conceituados na França.

Vicente passou toda a sua vida viajando do Brasil para a França e vice versa.

 Pouco antes de falecer recebeu prestigioem sua terra natal, onde nunca chegara a receber considerações. Em 1957, fixou-se no Brasil. passando a lecionar/ensinar sucessivamente na Escola de Belas-Artes de Recife, na de Brasília e de novo na de Recife. Em 1966 o Museu de Arte de São Paulo dedicou-lhe uma retrospectiva. Em 1970 Vicente faleceu.
 
259 × 251 - Work of Vicente do Rego Monteiro Los cubiertos,
Muitas das melhores telas de Rego Monteiro perderam-se num incêndio, no fim da década de 20; Anos mais tarde, o artista tentou reproduzi-Ias de memória ou lançando mão de esboços e desenhos preliminares; mas, evidentemente, as obras perderam muito em emoção e sentimento.
259 × 251 - Work of Vicente do Rego Monteiro Los cubiertos,

411 × 330 - Transeuntes - Vicente do Rego Monteiro