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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

história
Fotos do museu.
O museu foi inaugurado em novembro de 1970. Primeiramente o seu nome era: Museu do Mobiliário Artístico e Histórico Brasileiro. Alguns meses depois, o nome foi alterado para: Museu da Cultura Paulista - Mobiliário Artístico e Histórico Brasileiro. Uma das preocupações eram que o nome sujerido ampliasse o objetivo de ser um museu diferente, como uma espécie de centro de estudos que que se responsabilizava por uma investigações em torno da evolução da cultura brasileira.
 em 1972 que o museu passou a ocupar as suas atuais instalações. Em 1976 foi concluído uma reforma para o aproveitamento  museológico do espeço, assumindo sua ocupação atual.
O solar, por Fábio Prado
O Solar foi erguido durante a decada de 40, como residência do ex-prefeito de São Paulo, Fábio da Silva Pradoe e sua esposa, Renata Crespi da Silva Prado.O casal viveu na residência por mais de quinze anos. Durante esse período, o solar se tornou um local de recepções oficiais, onde hospedaram-se importantes autoridades do cenário político nacional e internacional
o museu
As escadas / o museu/ o jardim.
 Nos fundos do museu, localiza-se um extenso jardim com 15.00 metros quadrados.
Minha Obra:
Oratório de Santa Ceia:
Século 19, Brasil.
Doação: Raul Juan Fernando Reviralta.
Composto por uma caixa de jacarandá da Bahia, este horatório tea, ca porta de vidro, atravez da qual você vê a representação da Santa Ceia. As miniaturas de Cristo e os 12 apostolos são esculpidos de madeira em várias cores.

FONTES:
http://www.mcb.sp.gov.br/mcbText.asp?sMenu=P001&sOrdem=3
http://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_da_Casa_Brasileira

Espineta - Giovana/13

          A espineta é um instrumento de percussão a martelo, com teclado de seis oitavas e cordas em harpa simples. Foi feita no século 19, na Inglaterra.
          De mongo e jacarandá, este xemplar é montado sobre seis pernas com rodízios de metal. Na faixa logo abaixo do instrumento, encabeçando cada perna, há um quadrado em bronze com rosetas, que nas laterais apresentam a Coroa Imperial encimando a inségnia P.I ( D. Pedro I), ao que presume ser so Imperador.


Descansar - sec. 19, ilhabela, SP - Beatriz Cruz - 02

Peça rústica feita em jacarandá-do-litoral, pinho e canela, com braços em formato de gôndola. Além do desncanso, está peça acumula a função de guardar devido a presença de gavetas na parte inferior.  A marquesa substituio o preguiceiro, usado no século anterior, por essa "cama". 
Movel que poderia ficar tanto no quarto quanto como na sala, para repousos diurnos. 



PROGRAMAÇÃO: 

O MCB funciona de terça a domingo, das 10h às 18h 
Ingressos: 
R$ 4,00
Estudantes: 
R$ 2,00
Domingos e feriados: gratuito 
Estacionamento pago. 
De terça a sábado até 30 min. grátis, 
Até 2 horas R$ 10,00, 
Demais horas R$ 2,00 p/hora. 
Período de 12h: R$ 20 

Domingos e feriados: preço único R$ 15,00
Eventos: R$15 ou R$20 
Fone/Fax: (+55 11) 3032-3727 / 3032-2564 / 3032-2499 
Agendamento 

Design italiano para sustentabilidade - Giovana Cunha/13

          Com curadoria de Marco Capellini, designer e consultor do Ministério das Atividades Produtivas e do Observatório Nacional de Resíduo na Itália, a exposição dá continuidade ao livro Design italiano per la Sostenibilitá, editado em 2009 pelo governo italiano. 
          A mostra tem o objetivo de conscientizar o visitante em relação aos problemas ambientais intrínsecos à produção de objetos de consumo e orientá-lo sobre a importância de fazer suas escolhas, com base na preservação do equilíbrio ambiental e no uso responsável dos recursos naturais. Com este intuito, as legendas das peças informam não só a autoria dos produtos e suas características, mas também apresentam ícones com dados sobre as possibilidades de reciclagem, a redução de emissões de CO2, economia energética, a redução na utilização de recursos naturais, entre outros.

              A exposição é composta por 40 peças entre materiais e objetos, reunindo de aparelhos de iluminação a pisos, revestimentos, tecidos, objetos cotidianos da casa, cozinha e escritório, produzidos na Itália.      

 A exposição Design Italiano para Sustentabilidade está em cartaz até 06/11, de terça a domingo, das 10h às 18h, no Museu da Casa Brasileira.


Fonte:http://www.mcb.org.br/mcbItem.asp?sMenu=P002&sTipo=5&sItem=1779&sOrdem=0

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Fotos do museu.






Guardar - Camila nº05, 7D

Fomos ao Museu da Casa Brasileira, que está sendo organizado pela Adelia Borges que escreve textos (para imprensa e livros), cuida de exposições e faz palestras e aulas. 
A Adelia fala que quando se fala em museu, as pessoas sempre pensam em pinturas, desenhos, esculturas. O Museu da Casa Brasileira, ao contrário, abriga móveis recebido em doações de diferentes pessoas ou adqueridos ao longo dos anos. São peças que de certa forma, você encontra na sua casa, só que lá, se encontram deslocadas de seus "habitat natural". A Adelia poderia ter organizado o museu por período histórico, estilo artístico, técnica empregada, etc. Mas ela resolveu organizar por função. A intenção é que nós possamos observar que os móveis e os artefatos refletem a época em foram feitos, a classe social a que foram destinados, ou seja, são uma "expressão cultural".

Eu escolhi falar sobre a seção Guardar, que abriga várias estantes, criados mudos, armários, etc.  Havia uma cômoda arcaz, que veio da Bahia no século 18. Ela tem puxadores laterais, típicos de baus utilizados em viagens. E tinha também uma cômoda papeleira, que veio do Rio de Janeiro, também do século 18. Ela tinha duas funções, além de ser peça de guarda, ela era também apoio para escritório, possuía um pequeno cofre, que vinha depois de um fundo falso e a parte superior podia ser aberta, para guardar papeis e assim, podia ser usada como escrivaninha.
Cômoda Arcaz, Bahia, Século 18.

Dormir - Olivia 26

O caminho mais facil do Band ate o museu é pegando a Av. Vinte tres de Maio, depois o Tuneu Ayrton Senna, Av. Presidente Ju.scelino Kubitschek, vira a direita na Av. Brg. Faria Lima, e fim
A obra que eu escolhi se chama dormir. Ela é uma rede do seculo 19, que foi produzida em sorocaba. E foi feita de algodão, uma curiosidade é que ela tem dois punhos, e a artista disse que se as laterais fossem levantadas a rede viraria uma especie de poltrona.

Fonte: Museu da casa Brasileira

domingo, 30 de outubro de 2011

Museu da Casa Brasileira : Fotos do Grupo

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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Maria Bonomi - Camila S. Monteiro, nº05, 7D

Maria Bonomi nasceu no ano 1935, em Meina, ás margens do Lago Maggiore. Sua mãe se chamava Geogina Martinelli Bonomi e seu pai se chamava Ambrógio Bonomi.
 Sua infância é marcada pela II Guerra Mundial e sua casa foi ocupada pelo exército alemão e usada como centro de operações do exército. Seu pai, partiu para a guerra. E sua mãe, cansada, decidiu vir para o Brasil. Ela e sua família se hospedaram na casa da avó no Rio de Janeiro, e depois, sua família seguiu para São Paulo, deixando ela no Morro da Viúva com a avó. Em 1947 sua avó faleceu, e Maria foi levada para São Paulo e passou a estudar no Colégio das Cônegas de Santo Agostinho. Maria, como gosta de dizer, sempre teve obsseção por desenho. Até mesmo por um problema de surdez que a acompanhava quando criança. Assim, por  força de sua obsessão, a futura artista, com apenas doze anos, recebe o prêmio de desenho em concurso do Colégio.
Por causa de uma amiga da família, Maria, decide levar a adolecência até o ateliê de Lasar Segall, que aceita a futura artista. Maria sempre frequentava importantes círculos culturais, como a Bienal Internacional de Artes.  Em 1952, ela continua a desenhar e já dá início ao uso do gouache, do lavis e do óleo. Nesse mesmo ano, Maria Bonomi viaja para a Europa , conhece o artista Enrico Prampolini, com quem trabalha a propósito de uma cenografia. Depois de dois anos ela volta para o Brasil, conhece Lívio Abramo e pede a ele para aceitá-la como aprendiz, o que só acontece, depois de muita insistência. Inicia-se lixando a madeira, afiando instrumental e imprimindo as matrizes de seu mestre em papel arroz; só a´pos esse conhecimento do material próprio á xilogravura começa a travar, todavía, em linóleo. Depois desse aprendizado passa a gravar aem madeira. Em 1962, ela funda seu próprio ateliê experimental para o ensino de gravura em madeira e metal. Nos anos seguintes, Maria prosperou. Teve várias contribuições na arte da xilogravura. Fundou mais atelies, museus, etc.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

CORDEL - 7D, grupo 06.

"eu sou o cachorro pulgão, não se meta com a minha menina não"
"eu sou a índia da floresta, defendo todos os animais, do pé a testa"
"eu sou o porco, que todos querem que vire toucinho"
"sou uma menina, distraída, só quer curtir a vida"
"sou um cangaceiro faminto, que logo logo estarei extinto "
Em uma floresta encantada,
Morava uma menina atrapalhada,
Que tinha um cachorro que comia empanada,
Um dia ela combinou com um cangaceiro,
Saiu em um dia de aguaceiro,Com seu cachorro pulgueiro,
Dizendo que ia caça um porco e um índio debaixo de um salgueiro,
Ai meu deus que agonia foi àquela gritaria
Quando o cangaceiro viu o porco
Tirou a peixeira do bolso
- Deixa que eu mato!
- Corre porco pro mato!
- Socorro! Deixa que eu faço!
- Tira o cachorro da frente! Antes que ele mate agente!
- tira o cachorro não, a índia ta de olho no cão!
- Poupe meu porco e lhe darei meu coração.
- Meu coração bate feliz com a solução.
-Podemos comemorar com um grande beijão?

 A índia ficou vermelha, mas não vermelho, vermelhão, ela ficou do tom da Giovana, quando o Kike pega na sua mão.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Ariano Vilar-Olivia 7d 26

Ariano Vilar Suassuna (João Pessoa, Paraíba, 16 de junho de 1927) é um dramaturgo, romancista e poeta brasileiro.
Ariano Suassuna, um defensor da cultura do Nordeste, é um dramaturgo brasileiro, autor de Auto da Compadecida e A Pedra do Reino.
Em 1942, ainda adolescente, Ariano Suassuna muda-se para cidade do Recife, no vizinho estado de Pernambuco, onde passou a residir definitivamente. Estudou o antigo ensino ginasial no renomado Colégio Americano Batista, e o antigo colegial (ensino médio), no tradicionalíssimo Ginásio Pernambucano e, posteriormente, no Colégio Oswaldo Cruz. Posteriormente, Ariano Suassuna concluiu seu estudo superior em Direito (1950), na célebre Faculdade de Direito do Recife, e em Filosofia (1964.)
De formação calvinista e posteriormente agnóstico, converteu-se ao catolicismo, o que viria a marcar definitivamente a sua obra.
Ariano Suassuna estreou seus dons literários precocemente no dia 7 de outubro de 1945, quando o seu poema "Noturno" foi publicado em destaque no Jornal do Comercio do Recife.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ariano_Suassuna

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Histórico e Definição de Modernismo

O Modernismo no Brasil foi um conjunto de movimentos culturais, começou com a Semana de Arte Moderna de 1922, foi um movimento literário e artístico. O objetivo do modernismo era romper o tradicionalismo, a libertação estética, a experimentação constante e, principalmente, a independência cultural do país. Apesar da força do movimento literário modernista , se encontra nas artes plásticas, com destaque para a pintura. O movimento possui como marco simbólico a Semana de Arte Moderna, realizada em 1922, na cidade de São Paulo. O modernismo já se mostrava presente muito antes do movimento de 1922. 
No ano de 1917, a pintora  Anita Malfati, recém-chegada da Europa, provoca uma renovação artística com a exposição de seus quadros. A este período chamamos de Pré-Modernismo.
A Semana de Arte Moderna, tem início do que chamamos de  Primeira Fase do Modernismo, que foi um período com muitos manifestos, foi um movimento e bastante contrário
Em 1930 temos o início do período conhecido como Segunda Fase do Modernismo, foi mais calma do que a primeira fase e que formou grandes romancistas e poetas que é caracterizado pelo domínio de textos de ficção. O término foi em 1945.
E por fim, a Terceira Fase do Modernismo. Voltou-se, na poesia, a buscar as formas estéticas, ao estilo do Parnasianismo. 



Abaporu - Tarsila do Amaral



O farol - Anita Malfatti



Os namorados - Ismael Nery






Fontes: 
http://www.mundovestibular.com.br/articles/618/1/MODERNISMO-NO-BRASIL/Paacutegina1.html
http://www.infoescola.com/literatura/modernismo/
http://bumbameuboi6b.blogspot.com/2009/05/definicao-modernismo-no-brasil.html

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Oswald De Andrade - Giovana n13



          Um dos principais literatos do modernismo no Brasil, José Oswald de Sousa Andrade, mais conhecido como Oswald de Andrade, nasceu em São Paulo no ano de 1890 e viveu até 1954, ano de seu falecimento.
          Inicia seus estudos, em 1900, na Escola Modelo Caetano de Campos, ainda marcado pelo fato de haver presenciado a mudança do século.
          Em 1903, transfere-se para o Colégio São Bento. Lá tem como colega o futuro poeta modernista Guilherme de Almeida.

          Oswald, em 1909 inicia sua vida no jornalismo como redator e crítico teatral do “Diário Popular”, assinando a coluna "Teatro e Salões". Ingressa na Faculdade de Direito.Em 1910, monta um atelier com o pintor Oswaldo Pinheiro, no Vale do Anhangabaú.
          Em 1916 deu inicio ao livro Memórias Sentimentais de João de Miramar. Em 1917 conheceu Mario de Andrade e a partir de então, passaram a trabalhar juntos iniciando movimentos que visavam a Semana de Arte Moderna de 1922, que ocorreu em 1922. 

          Nasce o seu filho, José Oswald Antônio de Andrade (Nonê), com Kamiá, em 1914.
          Em 1917, conhece Mário de Andrade. Defende a pintora Anita Malfatti das críticas violentas feitas por Monteiro Lobato.
          No ano de 1922, o escritor modernista Oswald de Andrade escreveu o romance Trilogia do Exílio. A partir de então, escreveu outras obras: Estrela de Absinto, A Escada Vermelha, Primeiro Caderno do Aluno de Poesia, etc. 
          No ano de 1924, Oswald lançou na Europa o movimento nativista Pau-Brasil. Para dar continuidade a este movimento, ele fundou, em 1927, a Revista de Antropologia com seu Manifesto Antropofágico. 



PRINCIPAIS OBRAS:
RomancesOs Condenados (1922), Memórias Sentimentais de João Miramar (1924), Estrela de Absinto (1927), Serafim Ponte Grande (1933), A Escada Vermelha (1934), Os Condenados(l941) - reunindo os livros de 1922,1927 e 1934, constituindo a Trilogia do Exílio, Marco Zero I - Revolução Melancólica (1943), Marco Zero II - Chão (1946).
PoesiaPau-Brasil (1925), Primeiro Caderno de Poesia do Aluno Oswald de Andrade (1927), Poesias Reunidas (1945).
TeatroO Homem e o Cavalo (1943), Teatro (A Morta, O Rei da Vela), (1937).
EnsaioPonta de Lança (1945?), A Arcádia e a Inconfidência (1945), A Crise da Filosofia Messiânica (1950), A Marcha das Utopias (1966).
MemóriasUm Homem sem Profissão (1954).






"Os Condenados", de 1924



                         Memórias de João Miramar", de 1924, e "Serafim Ponte Grande", de 1933



VICENTE DO REGO MONTEIRO - Beatriz n 02

Vicente do Rego Monteiro nasceu em Recife no ano de 1899, numa família de artistas.
 Em 1911 estava em Paris, fazendo um curso na Academia Julian.

Em 1913 participou do Salão dos Independentes. De volta ao Brasil em 1917realizou, em Recife, sua primeira mostra individual; em 1920 e 1921, apresentou-se no Rio de Janeiro, em São Paulo e Recife.

Na semana de arte moderna Vicente do Rego Monteiro expôs dez obras. Nos anos 20, era um dos pintores estrangeiros mais conceituados na França.

Vicente passou toda a sua vida viajando do Brasil para a França e vice versa.

 Pouco antes de falecer recebeu prestigioem sua terra natal, onde nunca chegara a receber considerações. Em 1957, fixou-se no Brasil. passando a lecionar/ensinar sucessivamente na Escola de Belas-Artes de Recife, na de Brasília e de novo na de Recife. Em 1966 o Museu de Arte de São Paulo dedicou-lhe uma retrospectiva. Em 1970 Vicente faleceu.
 
259 × 251 - Work of Vicente do Rego Monteiro Los cubiertos,
Muitas das melhores telas de Rego Monteiro perderam-se num incêndio, no fim da década de 20; Anos mais tarde, o artista tentou reproduzi-Ias de memória ou lançando mão de esboços e desenhos preliminares; mas, evidentemente, as obras perderam muito em emoção e sentimento.
259 × 251 - Work of Vicente do Rego Monteiro Los cubiertos,

411 × 330 - Transeuntes - Vicente do Rego Monteiro
 

Antonio Gonçalves Gomide - Camila Monteiro, nº05

Antonio Gonçalves Gomide nasceu em Itapetininga, em São Paulo, em 1895. Ele era pintor, escultor, decorador e cenógrafo. Em 1913, ele se mudou com a família para a Suíça e frequentou a Academia de Belas Artes de Genebra, onde estudou com Gillard e Ferdinand Hodler. Depois, ele se mudou para a França e em 1922, em Toulouse, ele trabalhou com Marcel Lenoir, com quem aprendeu a técnica do afresco. Ainda em Paris, ele instalou um ateliê e entrou em contato com artistas europeus ligados aos movimentos de vanguarda.

Ele retornou ao Brasil em 1929 e atuou na fundação da Sociedade Pró-Arte Moderna – Spam e do Clube dos Artistas Modernos – CAM.  Entre as décadas de 1930 e 1940, além de ter feito pinturas, ele produzia afresco e cartões para vitrais. E entre 1952 e 1954 ele lecionou desenho na escolinha do Museu de Arte Moderna de São Paulo.

As obras que ele fazia variava entre formas abstratas  a motivos indígnas ou a composições com paisagens.

Ele morreu em  Ubatuba, São Paulo, em 1967.
Ele é considerado um dos introdutores do estilo art deco no país.















Pierrô e Columbina - óleo sobre cartão

                            

                           



fontes :





Guiomar Novaes- Olivia n26

Guiomar Novaes (São João da Boa Vista, 28 de fevereiro de 1894São Paulo, 7 de março de 1979) foi uma pianista brasileira que construiu sua carreira no exterior, particularmente nos Estados Unidos. Ficou especialmente conhecida pelas suas interpretações das obras de Chopin e Schumann. Foi importante divulgadora de Villa-Lobos no exterior.
Nascida em São João da Boa Vista, interior de São Paulo, filha de Anna de Carvalho Menezes Novaes e de Manoel José da Cruz Novaes, Guiomar foi a décima sétima dos dezenove filhos do casal. A família logo estabeleceu-se em São Paulo.

O piano, presente em sua casa e utilizado nas aulas de suas irmãs, despertou o interesse de Guiomar, que, aos quatro anos, começou a tocá-lo de ouvido. Aos seis anos, a menina passou a tomar aulas com Eugenio Nogueira, professor paulista, e ingressou, por vontade própria, no jardim de infância.

terça-feira, 22 de março de 2011

Personagens / Camila Monteiro 7D, nº5


Como a influência da dança é indígena, suas fantasias demonstram tudo que caracteriza o índio: penas, cocares, pintura na pele e adereços, tudo de um colorido vivo. A dança dos Caboclinhos se apresenta em duas filas (alas) e possui personagens fixos, sendo eles:

Cacique – o chefe da tribo
Mãe-da-tribo ou cacica é a mulher do cacique
Pajé – é o curandeiro e orientador espiritual da tribo
Matruá  é o feiticeiro da tribo
Capitão – Comanda a primeira fila (ala) da dança
Tenente – comanda a segunda fila (ala) da dança
Porta-estandarte é o personagem que carrega o estandarte da tribo. É ele quem abre o desfile, pode ser composto de um ou mais figurantes, seguido dos cordões de caboclos e caboclas.
Perós meninos e meninas da tribo que acompanham o cortejo.
Cordão de cablocos responsáveis por uma coreografia ligeira, que emana força e coragem.
Cordão de caboclas – responsáveis pela graça e leveza da dança, além de ressaltar a belesa plástica das jovens índias.
Caboclos-de-baque   o maestro do grupo
Os músicos – que tocam inúbia (pequeno flautim de taquara), maracás, surdo e chocalhos. Alguns grupos também utilizam atabaques, numa demonstração da influência da cultura africana.

A coreografia representa batalhas, caçadas e colheitas das tribos indígenas.


www.conciergerecife.com.br
vida-de-indio.blogspot.com
refletindoaeducacao.blogspot.com

Caboclinho, instrumentos- Nina, 25

Os Instrumentos da dança Caboclinho:
Pode ser usado gaita ou flautim, surdo e caracaxás ou mineiros.

Gaita - instrumento de sopro de origem indígena, de forma semelhante à flauta doce, feita de bambu, usado na música tradicional do Sertão no nordeste do Brasil.

flautim-  instrumento de sopro da familia das flautas com um som doce.



Surdo- tambor com som grave tocado com uma baqueta de madeira em uma mão e com os dedos e a palma da outra mão.




caracaxás- tipo de reco-reco.




Fontes:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Flautim
http://www.google.com/imgres?imgurl=https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEirMUBTTRiLnmFsPNO_vfbKOsyG8APOLJ_uBmcB1baCdbSKj8dKQxUNYQVhVl26RJi0vzt8-ruFwQC1x5hdUgLC5AUAHt5YjoVnEdLqIXb_t2BicZ4SjjrC_I0bqIk4Lod-PdUpY2MtHNk/s320/flautim.jpg&imgrefurl=http://festadocaboclinho.blogspot.com/&usg=__fNeoWd8JqkR3pE_QqjPEAh4_7Ro=&h=102&w=136&sz=2&hl=pt-br&start=0&sig2=-C6ZgOSWXjmtgJ-ZaicfEw&zoom=0&tbnid=xUANRvEsT7V3nM:&tbnh=69&tbnw=92&ei=5E2JTYfMHemI0QGIu-zDDg&prev=/images%3Fq%3Dflautim%2Bcaboclinhos%26um%3D1%26hl%3Dpt-br%26client%3Dubuntu%26channel%3Dfs%26biw%3D1280%26bih%3D581%26tbs%3Disch:10%2C169&um=1&itbs=1&iact=hc&vpx=850&vpy=140&dur=175&hovh=69&hovw=92&tx=131&ty=53&oei=5E2JTYfMHemI0QGIu-zDDg&page=1&ndsp=18&ved=1t:429,r:10,s:0&biw=1280&bih=581

Caboclinho-dança/Giovana Nunes 13

          A dança é forte e rápida e exige muita desenvoltura dos participantes. Há passos em que se dança agachado, baixando-se e levantando-se rapidamente e ao mesmo tempo dando rodopios, apoiando-se nas pontas dos pés e calcanhares, exigindo uma excelente forma física.
           Essadança representa batalhas, caçadas e colheitas. A música é leve e ligeira, e é executada por pífanos, reco-recos, surdos e ganzás, acompanhada pelos estalidos que os dançarinos fazem com seus arcos e flexas.

          Homens ,mulheres e crianças, executam um bailado primário,  fingindo ataque e defesa, em série de saltos e simples troca-pés. Não há enredo nem fio temático nesse bailado, cuja significação visível será a da apresentação das danças indígenas aos brancos, nos dias de festa militar ou religiosa.
          Outrora os caboclinhos visitavam os pátios das igrejas antes do alardo nas ruas, lembrados da passada função homenageadora. É uma reminescência do antigo desfile indígena, com a dança, os instrumentos de sopro e o ruído dos arcos guerreiros. Até pouco tempo, era reservado aos homens.

FONTES: http://www.wikipedia.org.br/
                https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhh50cZUa6i2o_RkMLounQRbRHe2reiAzk0u1OKUBFKKb0VusbVRSaZa7bjxK2DfVgFIroSbnsZdbECQP78YmWs8hyphenhyphensj-R1FVN5TJeoC2nV0wvy4WDCKpAWRVxJ2CVmOuXdXjUzT_J9rHk/s1600/w+caboclinho.jpg
                http://onordeste.com/onordeste/enciclopediaNordeste/index.php?titulo=Caboclinhos+do+Carnaval&ltr=c&id_perso=919
               

sábado, 19 de março de 2011

Caboclinho-Musica // Olivia Rocha n°26

A música, leve e ligeira, é executada pelos seguintes instrumentos: gaita, flautim, caracaxás, pífanos, reco-recos, maracas, ganzás, mineiros, tarol e surdo, acompanhada pelos estalidos que os dançarinos fazem com seus arcos e flechas.
Musicalmente, mantém forte ligação com os cultos de origem indígenas e é possível reconhecer elementos orientais (indu, chinês, árabe, ameríndio, incaico), sem nenhuma referência européia, presente na maioria dos outros folguedos.